
Nome: Vendhya, O Branco Manto das Neves
Casta/Origem: Exilada de Sangue Nobre no país dos afortunados.
Vendhya, uma terra antiga, exuberante e o "Rubi do Sul", com uma cultura focada em misticismo, comércio e agricultura.
Filosofia: "Eu lhes dei caminho, mas nunca, o destino."
"Fui a arquiteta da minha própria ruína. Onde esperava o som do aço, encontrei apenas o vácuo do abandono. Agora, o silêncio é o meu véu."
Fui a vilã da minha própria história. Traí o reino que era o meu berço e o meu escudo. Esperava o drama, a briga, o julgamento público que me daria a importância de uma mártir... mas recebi apenas o silêncio.
Eles simplesmente desapareceram da minha trama. Sem respostas, sem segundas chances.
Em Reino de Zakijah, aprendi que a pior sentença não é a morte, mas ser esquecida por quem amamos. Esse exílio me destruiu por dentro.
Perdi o lar, a família e a face. Mas do sacrifício pessoal, fiz a minha forja.
Hoje, a que caminha por estas areias sob o manto das neves não é mais uma princesa, mas uma consciência que se recusa a ser propriedade do passado.
Há dias ruins, e há dias de exaustão espiritual completa.
Estas Terras do Exílio querem um pedaço da minha alma a cada passo. Não posso vacilar. Aprendi que é sempre o soco que tu não vês que te derruba.
Por que eu não o vi? A dúvida foi marcada no meu rosto: uma listra branca que une o olho esquerdo ao direito, o registro eterno da minha falha.
É claro que tentariam me silenciar, pois a oferta ao vazio é a profissão deles.
Mas agora, com a Panóplia do Terror, eu sou o abismo que eles temem olhar.
A pergunta não é mais o que aconteceu comigo, mas sim: "Estão prontos para o que eu me tornei?"
Hoje tenho uma nova família, a chamo de Ikthya-De, que em minha nova vida significa a “umbra”. À parte mais escura de uma sombra.
Pois agora, decido seguir como uma sombra, porque através dela, poderei ver quem realmente vale ou não apena ajudar.
