
Traída por Kékijah, sua própria irmã, Zakijah foi despida de honra e lançada às Terras do Exílio. Antes que o veneno lhe roubasse a consciência, porém, seu olhar deixou um aviso que Kékijah jamais deveria ter ignorado: teria sido mais seguro garantir sua morte na cruz.
Mas ela não morreu.
Sozinha, caçou às margens do rio para sobreviver.
Sozinha, ergueu seus primeiros muros para se abrigar.
Sozinha, venceu tribos que a subestimaram.
O que começou como sobrevivência virou domínio.
Relações que nasceram pelo medo, se tornaram lealdade.
Hoje, seu nome ecoa nas Terras do Exílio não como vítima… mas como soberana.
Ao seu lado, guerreiros que antes a enfrentavam agora marcham por admiração.
Liara comanda seus exércitos.
Seus inimigos aprendem rápido: Zakijah não luta por impulso, ela luta para vencer.
Mas existe algo que nem o poder apaga. A última memória antes da escuridão: o sorriso nojento de Kékijah.
O Exílio a fortaleceu.
A vingança a mantém viva.
E quando remover o bracelete e retornar a Otebon… não será como filha do general.
Será como a rainha que o deserto forjou.
